quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Alimento: direito sagrado - lançamento do livro do Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiros.

 lançamento do livro do Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiros.



O Fórum Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos de Comunidades Tradicionais de Terreiro vem convidar a todos os Afro-religiosos, simpatizantes e amigos, para realização do evento de lançamento do livro do Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Terreiros que teve como objetivo principal dados para promoção de políticas publicas de segurança alimentar e nutricional e melhoria de qualidade de vida nas comunidades tradicionais de terreiro.
LOCAL: Auditório da SAGRI, Tv. do Chaco, 2232 - Belém/ PA.
DATA: 10-08-2012
HORA: 16H


O Superior Tribunal de Justiça convida para o Encontro “O Poder Judiciário e o Meio Ambiente.”



De 16 a 17 de agosto de 2012, o Superior Tribunal de Justiça realizará o encontro "O Poder Judiciário e o Meio Ambiente". O evento será no Auditório do STJ, localizado no  Setor de Administração Federal Sul.
Período de inscrição: de 2 a 13 de agosto de 2012.


Nas palestras e mesas redondas entre os temas a abordados estão Educação Ambiental, Gestão Sustentável, Bioma Cerrado, Construções Públicas Sustentáveis, Varas Ambientais, Políticas Públicas de Sustentabilidade, Movimento Amazônia para sempre.

Durante o evento também ocorrerá, das 10 às 16 horas, na Praça do Servidor do STJ, uma feira de produtos orgânicos, já tradicional no Superior Tribunal de Justiça

Além disso, no Espaço Cultural STJ, haverá a exposição "Expressões artísticas do Cerrado", que contará com a participação do artista plástico Estevam Strauss, com esculturas feitas com aparas de serraria e material reciclado de construção, bem como do fotografo Paulo Penna, com fotos do cerrado.

Maiores informações sobre o evento e inscrições no endereço: http://encontrojudiciario.akamido.com.


Programa de Responsabilidade Socioambiental
Superior Tribunal de Justiça

 

 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Secretaria disponibiliza R$ 1,2 milhão para projetos voltados para consolidação institucional e desenvolvimento local das comunidades e de suas lideranças


Data: 01/08/2012
Chamada Pública é uma das ações da SEPPIR no contexto do PBQ
A SEPPIR – Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República vai disponibilizar R$ 1,2 milhão para projetos de instituições privadas, sem fins lucrativos, voltados para a capacitação de lideranças quilombolas, com foco no fortalecimento institucional e desenvolvimento local. Os convênios serão firmados com a SEPPIR depois da seleção das propostas, que ocorrerá através da Chamada Pública 002/2012, aberta a partir desta quarta-feira (01). Atualmente, 1.834 comunidades, certificadas e / ou tituladas, são oficialmente reconhecidas pelo Governo Federal.

Com o objetivo de apoiar efetivamente as iniciativas que contribuam para o empoderamento e autonomia da população quilombolas, os critérios de pontuação (item 10.2 do Edital) foram elaborados de maneira a garantir a priorização das propostas apresentadas pelas próprias organizações representativas deste segmento populacional ou por proponentes que demonstrem ter familiaridade com o universo quilombola, tanto de trabalho in loco quanto acadêmico (de produção de conhecimento para construção de políticas públicas); e que incluam em suas equipes executoras pessoas das comunidades quilombolas a serem atendidas. As propostas poderão ter orçamento entre R$ 120 mil e R$ 200 mil, voltados para gastos de custeio (capacitação, formação, incentivo, dentre outros).

“Esta é a segunda chamada pública da SEPPIR voltada para Povos e Comunidades Tradicionais em 2012. A primeira, já na fase final do processo de seleção, contemplou os povos tradicionais de matriz africana. Mesmo reconhecendo a fragilidade dos públicos tradicionais para a utilização da plataforma SICONV, consideramos que o edital público ainda é o instrumental mais justo para o acolhimento das propostas. Neste momento, a Secretaria Geral da Presidência da República coordena um esforço governamental para o estabelecimento do novo marco regulatório das transferências de recursos para as organizações da sociedade civil. A SEPPIR deu a sua contribuição no processo de discussão, lembrando a necessidade de se pensar como garantir que esses segmentos populacionais, vulnerabilizados e invisibilizados historicamente, possam também protagonizar o acesso aos recursos públicos, sem ficar reféns de intermediários”, afirma a secretária de Políticas das Comunidades Tradicionais, Silvany Euclênio.
Programa Brasil Quilombola (PBQ)
A Chamada Pública é uma das ações da SEPPIR no contexto do Programa Brasil Quilombola (PBQ), lançado em 2004 para consolidar os marcos da política de Estado para os territórios quilombolas. O PBQ teve sua institucionalização ampliada com a publicação do Decreto 6261, de 2007, que agrupa as ações voltadas às comunidades em quatro eixos: acesso à terra; infraestrutura e qualidade de vida; inclusão produtiva e desenvolvimento local; e direitos e cidadania.

“A SEPPIR busca com a Chamada estimular as atividades produtivas das comunidades quilombolas e fortalecer seu diálogo com as instituições do Estado e outras, além de fomentar a sua capacidade de controle social”, destaca a diretora de programas Bárbara Oliveira Souza.

Já existem muitos empreendimentos quilombolas consolidados, e outros em fase inicial e/ou intermediária, com destaque para o arroz quilombola do Sul, a banana orgânica de São Paulo, os produtos de castanha-do-Pará, o artesanato de Pernambuco, entre outras comunidades.
Por que quilombos precisam de assistência diferenciada?
A secretária para comunidades tradicionais da SEPPIR chama atenção para as especificidades culturais, sociais e econômicas desses grupos e a necessidade de estratégias focadas. “As políticas universais, em geral, não chegam aos quilombos. Não é à toa que 76% das famílias quilombolas inscritas no CAD Único têm perfil de extrema pobreza. O processo histórico de invisibilidade é determinante na dificuldade de acessar as políticas públicas. Por isso, é fundamental construir estratégias afirmativas para diálogo com gestores e definição de orçamento. Esse olhar específico é o que assegura, muitas vezes, esse acesso”, exemplifica Silvany.
As comunidades quilombolas são grupos étnico-raciais segundo critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida . Localizam-se em 25 estados da federação, sendo a maior concentração nos estados do Maranhão, Bahia, Pará, Minas Gerais e Pernambuco. Os únicos estados que não registram ocorrências destas comunidades são o Acre e Roraima. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SUSTENTABILIDADE PARA POVOS TRADICIONAIS DE TERREIROS “Em busca de um Aṣé ecologicamente correto”



            O Candomblé é uma religião cultural politeísta que tem como base as divindades citadas de Òriṣás (Orixás), Vòóduns (Voduns) e Nkises (Inkisses) todas essas divindades relacionadas a uma forma ou elemento natural pertencente ao nosso meio de vida na Terra.
            O culto vem da união de vários elementos, formas, cores, sons, biomas e os animais sagrados, desta forma unindo uma só energia cósmica elementar para a vida da Religião de Matriz Africana.
            Para a sustentação do culto, iniciação de adeptos, ofertas de oferendas e eventos festivos, tem-se como foco primordial os elementos da natureza tais como: os rios doces, a costa marítima, os pantanais ou mangues, as florestas ou folhas e montanhas ou serras.
            Como o planeta Terra vive em vias de crise ambiental, imagina-se o desaparecimento total de recursos naturais na esfera terrestre, deste modo cultos como o Candomblé seriam atingidos inteiramente.
            Deste modo, a sociedade civil organizada, as instituições ambientalistas, os povos tradicionais e governos contém a missão de promover e elaborar a política de preservação de espaços destinados às práticas e cultos tradicionais, desde a extração de matéria prima, a cultivo, cultos públicos, despachos de oferendas e por fim a conservação permanente da unidade.
            Sabemos que essa visão é bastante polêmica e elevada, com necessidades de mobilização a nível nacional e elaboração de leis que demorarias uma eternidade política.
            Para que os Povos Tradicionais de Terreiros possam ter espaços destinados às práticas culturais religiosas ou litúrgicas os mesmo devem promover, nutrir, manter e exercitar o movimento ambientalista dentro e em torno de suas comunidades.
            Tais movimentos ocorrer na própria comunidade, como a Educação Ambiental, a reutilização de materiais não orgânicos (reciclagem), utilização de matérias biodegradáveis, economia de água, despacha apenas matérias orgânicos no meio natural e uma serie de práticas e costumes que elevariam a vida social desta comunidade para um lado mais saudável e afortunado.
            Se uma comunidade necessita de elementos naturais para a sua manutenção e a mesma quem tem que mobiliza-se para a preservação de espaços naturais ou de elementos naturais.
            Deste modo, sabe-se que não tem como ter culto a Òṣúm (Oxum) deusas das águas doces, com uma coleção de rios poluídos. Será que Òṣúm (Oxum) receberia uma oferenda em rios super poluídos? Com peixes mortos e esgotos a céu aberto?
            Nos rituais de iniciação às folhas sagradas é algo extremamente obrigatório. Sem a preservação ou sustentabilidade de espécies de flora teriam o culto?
            As Comunidades Tradicionais de Terreiro dentro de suas dependências necessitam aperfeiçoar um local para cultivo e manejo de espécies de flora utilizadas no culto. Já ganha-se um bom empenho na preservação e sustentabilidade do natural.   
            Outro aspecto marcante para as atitudes ecológicas destas comunidades é a utilização de materiais biodegradáveis para a realização de suas oferendas, que os titulam de Égbó (Ebó). Ou no momento da entrega do material, depositarem apenas os itens orgânicos e retornando para a comunidade com os itens não orgânicos, como garrafas de vidros, pratos, sacolas plásticas etc.
            Para que as Religiões de Matrizes Africanas possam ter acesso aos bens naturais, bens esses tão importantes para a adoração e louvação das divindades, as mesmas devem priorizar o zelo pela natureza que é fundamental para a cautela da vida no planeta.

Natal, 01 de agosto de 2012.


Égbòmé Cleyton Araújo
Professor Pedagogo – Ambientalista.
            

O inicio para o Asé.

Sempre gostava quando ouvia falar no assunto, desde criança tinha uma enorme vontade de conhecer tudo aquilo, dentro de mim tinha a certeza que era meu caminho ou minha vida estava ligado ao mesmo.
Sempre perguntava as pessoas sobre algum terreiro perto e achava o máximo ver os curandeiros ou amigos da família que são do asé. Quando criança fui a uma festa de erè mais não entendi bem como era aquilo tudo.  
Na minha cidade tem uma estátua grande de Yemanjá na praia principal, ai eu ficava vendo as flores e tudo aquilo posto pelas pessoas.
Eu tinha na mente que existia varias forças da natureza e inclusive Yemanjá.
Bem família do meu pai, que nem era católica e nem era nada, não tinha problemas em perguntar algo sobre, mesmos assim nunca falei nada. Mais já a família da minha mãe tem a base toda evangélica e nem poderia me responder nada sobre o assunto.
E passei a infância e inicio da adolescência interessado em conhecer uma coisa que eu nem sabia como era, só ouvia falar em macumba ou catimbó, nem sabia o que era Orisá ou espíritos afins.
Pois bem, aos 16 anos de idade estava na tal praia (Praia do Meio) que tem a estátua de Yemanjá e por lá conheci alguém. Como papo foi curto e nem deu pra trocar contatos, fiquei curioso e um pouco afim "pra variar".
Tinha um amigo carnavalesco (que já foi para o Orum) que era do Candomblé, porém não conversava com ele sobre isso nem sabia a fundo sobre a vida dele.
Certo dia chego a casa do meu amigo carnavalesco, e vi que estava tendo uma fumaça cheirosa, ele me falo que eu não poderia entra na casa naquele momento, eu perguntei. "Estar defumando é?" Ele responde que sim e que depois eu passa-se por lá.
Naquele momento quem estava na casa era o homem que hoje é meu Pai de Santo. Pois bem, eu continuei indo a praia para ver se tinha um reencontro e nada. Foi ai que perguntei a meu amigo se ele era espírita, ele responde que sim, perguntando por quê? Solicito logo de cara a ele "me levar no centro que frequentas".
Eu tinha uma coisa para saber. Ele diz _que eu só menor e tinha minha família. Mas não teve jeito, acabei indo ao tal centro.
Chegando lá, super curioso encantei-me ao ver um simples ato de tirar os sapatos para entra no asé, e também achei bonito ver a Mãe de Santo bater paò.
Ai eu comecei a ver os toques de santo (sirès) e nunca tinha visto uma saída. 
Passando os tempos, p cara que estava dando o tal defumando na casa do meu amigo carnavalesco, recebe cargo de Egbòme um ano depois de ter conhecido tudo. Eu nunca tinha visto uma saída de santo.
Já estava super feliz, pois já tinha tirado minhas dividas sobre minha espiritualidade, já sabia que era do caminho. Faltava agora converte-se.
Super apaixonado pelo asé, eu fui o quarto yaò feito pelo Egbòmé (meu Pai).
Hoje tenho mais de sete anos de Asé e recentemente recebi do meu Vòódum a patente de Egbòmé. Então hoje com orgulho e um coração cheio de amor eu falo que só filho de Olissá (Osalufã).                                         
 Simmm a tal pessoa revi, mais não era pra mim.                            





segunda-feira, 18 de junho de 2012

Oi desenvolve aplicativo oficial da Rio+20 para Android

18/06/2012 17:30 
CNO Rio+20 
O aplicativo foi desenvolvido pela Oi, patrocinadora e fornecedora dos serviços de tecnologia da Rio+20

A Oi desenvolveu o aplicativo oficial da Rio+20 para o sistema operacional Android, com as principais informações sobre a conferência. O conteúdo é o mesmo dos 160 totens da conferência da ONU que a Oi disponibilizou em hotéis, aeroportos e locais-sede da Rio+20. No aplicativo, é possível conferir a agenda de eventos; horários, rotas e mapas do transporte oferecido pela organização; e demais informações úteis, tais como: hotéis, aeroportos, bancos, vistos, entre outras. O maior destaque é a possibilidade de o usuário personalizar o conteúdo, acrescentando anotações sobre as palestras, para sua própria consulta. Além disso, o app permite também acrescentar na área 'Favoritos' as informações que forem de seu maior interesse. O aplicativo contém, ainda, a função 'Em Curso', que fornece os detalhes sobre a programação do dia. O aplicativo Rio+20 é gratuito e está disponível para download na loja virtual Google Play, nos idiomas português, inglês e espanhol, para usuários de smartphones e tablets com Android. Essa iniciativa inovadora é fruto de uma parceria da Oi com o Comitê Nacional Organizador da Rio+20 (CNO).


Governo brasileiro organizará os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável de 16 a 19 de junho - Nota 003/2012

CNO Rio+20 

O Governo brasileiro está organizando, com o apoio das Nações Unidas, os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável, um espaço para a sociedade civil, que terá lugar no Riocentro, entre 16 e 19 de junho, no contexto da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável - Rio+20. 

 

Nos quatro dias que antecedem o Segmento de Alto Nível, destacados representantes da sociedade civil, incluindo setor privado, ONGs, comunidade científica, entre outros, estarão reunidos no mesmo local da Conferência Rio+20 para uma discussão franca e orientada à ação sobre temas prioritários relacionados ao desenvolvimento sustentável. Não haverá participação de governos ou agências das Nações Unidas. As recomendações que resultarem dos Diálogos serão levadas diretamente aos Chefes de Estado e de Governo presentes na Cúpula. 

 

Serão debatidos dez temas, escolhidos de acordo com sua relevância para o aprofundamento da discussão sobre desenvolvimento sustentável, a saber: (1) Desenvolvimento Sustentável para o combate à pobreza; (2) Desenvolvimento Sustentável como resposta às crises econômicas e financeiras; (3) Desemprego, trabalho decente e migrações; (4) A economia do Desenvolvimento Sustentável, incluindo padrões sustentáveis de produção e consumo; (5) Florestas; (6) Segurança alimentar e nutricional; (7) Energia sustentável para todos; (8) Água; (9) Cidades sustentáveis e inovação; e (10) Oceanos. Todos os debates serão transmitidos ao vivo no website das Nações Unidas. 

 

Com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a iniciativa dos Diálogos está sendo lançada por meio de uma plataforma digital (www.riodialogues.org) com o objetivo de criar um espaço de discussão amplo e interativo. Os debates on-line em cada um dos dez temas dos Diálogos serão facilitados por pesquisadores de alguns dos principais centros acadêmicos mundiais. A plataforma está acessível em quatro idiomas (português, inglês, francês e espanhol) e contém ferramenta de tradução instantânea de comentários para 40 idiomas. Ademais, faz parte da plataforma um sistema de votação, por meio do qual as recomendações escolhidas serão posteriormente direcionadas aos participantes dos Diálogos.

 

A expectativa brasileira ao estabelecer essa ponte inovadora entre a sociedade civil e os Chefes de Estado e de Governo é contribuir para a incorporação e engajamento dos atores interessados, no entendimento de que a participação pública é essencial para a promoção do desenvolvimento sustentável como o paradigma para a ação.

Diálogos para o desenvolvimento sustentável debatem florestas

18/06/2012 16:00 CNO Rio+20 


Promover ciência, tecnologia, inovação e conhecimento tradicional como forma de enfrentar o principal desafio das florestas: torná-las produtivas sem destruí-las. Esta foi a proposta eleita pelos cerca de dois mil membros da sociedade civil que participaram da reunião dos Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável que discutiu as florestas. 

A proposta deve ser apresentada aos Chefes de Estado e de Governo durante o Segmento de Alto Nível da Rio+20, que se inicia no próximo dia 20.
 
"Esta é uma participação inédita da sociedade civil em conferências da ONU. Milhões de pessoas em todo o mundo fizeram mais de 850 recomendações sobre o tema das florestas." Foi com esta declaração que, na tarde deste domingo, dia 17 de junho, o moderador James Chau, da televisão chinesa CCTV, abriu a sessão dos Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável sobre Florestas. 

O encontro abordou a importância de valorizar as florestas sem destruí-las e contou com a participação de outros dez palestrantes brasileiros e estrangeiros, entre acadêmicos, empresários e representantes de Organizações Não-Governamentais.
 
O cerne dos debates foi a discussão entre zerar o desmatamento e promover o reflorestamento. Yolanda Kakabadse, Presidente da World Wide Fund for Nature (WWF), chamou a atenção para a destruição florestal em compasso alarmante e lançou a segunda recomendação, aprovada pelos debatedores, que irá ao plenário dos líderes mundiais: desmatamento zero até 2020. 

"Governo, sociedade e empresas devem assumir um compromisso muito claro para eliminar o desmatamento do mundo. Precisamos, como sociedade, reafirmar a decisão de manter a floresta em pé", defende André Giacini de Freitas, Diretor Executivo do Conselho de Manejo Florestal.
 
A professora da UFRJ, Bertha Becker, destacou que 70% da população amazônica vive nos núcleos urbanos e que é preciso fortalecer estes pequenos centros como prestadores de serviços para produção e organização das cadeias produtivas sustentáveis. "É preciso alargar os horizontes e perspectivas da população local", reforçou. 

Estebancio Castro Diaz, Secretário Executivo da Aliança dos Povos Indígenas e Tribais das Florestas Tropicais, reiterou a importância de incluir os povos indígenas na definição dessas políticas.

"Deve haver uma interligação entre a proteção das florestas e o interesse das populações, seja por valor social, econômico ou espiritual", completou Lu Zhi, Diretora do Centro para Natureza e Sociedade da Universidade de Beijing.
 
Christian Del Valle, Fundador do  Althelia Ecosphere e Climate Fund, defendeu a inclusão da devastação no cálculo do PIB. "O capital humano e o capital natural devem ser tão importantes quanto o capital financeiro", explicou. 


O setor privado também foi apontado como parte da solução. O empresário Anders Hildeman, Diretor para Floresta da IKEA, reforçou a importância de as empresas seguirem normas sustentáveis e que a sustentabilidade precisa estar ao alcance da população. "As grandes empresas é que têm o peso necessário para influenciar a forma como a madeira é extraída.", afirmou. 

O Co-Presidente do Conselho de Administração da Natura Cosméticos, Guilherme Leal, falou da importância de promover a cultura da responsabilidade social nas empresas. "Reconhecer esse valor é aproveitar a oportunidade de empreender", acrescentou.
 
Além da proposta eleita pela sociedade civil e a que foi elaborada pelos debatedores, uma teve especial repercussão: restaurar, até 2020, 150 milhões de hectares de terras desmatadas ou degradadas. 

Esta foi a recomendação eleita pelas votações realizadas pela Internet, encerradas no dia 15 de junho. "Fiquei exultante com a votação dos internautas, pois é fundamental termos soluções práticas e metas passíveis de mensuração", registrou Julia Marton-Lefevre, Diretora-Geral da International Union for Conservation of Nature (IUCN). 

Defensor do reflorestamento, sem desconsiderar a ameaça do desmatamento, Klaus Töpfer, Diretor Executivo do Instituto para Estudos de Sustentabilidade (IASS), fechou o debate sinalizando a importância de criar empregos nas regiões das florestas, relacionados aos produtos florestais, para motivar o desenvolvimento local. "Plantar árvores é fazer a paz", finalizou.
 
Estrutura dos Diálogos
 
Os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável iniciaram-se no dia 16 de junho e estendem-se até o dia 19 de junho na plenária do Pavilhão 5 do Riocentro. São dez rodadas de discussão, com dez participantes cada uma, que abordarão temas prioritários da agenda internacional de sustentabilidade. 

A cada rodada, três propostas serão escolhidas, uma pelos palestrantes, uma pelos participantes da sessão e uma pelos internautas. As trinta sugestões mais votadas serão levadas diretamente aos Chefes de Estado e de Governo presentes na Rio+20.

São dez os temas dos Diálogos: 
•    Desemprego, trabalho decente e migrações; 
•    (ii) Desenvolvimento Sustentável como resposta às crises econômicas e financeiras; 
•    (iii) Desenvolvimento Sustentável para o combate à pobreza; 
•    (iv) Economia do Desenvolvimento Sustentável, incluindo padrões sustentáveis de produção e consumo; 
•    (v) Florestas; 
•    (vi) Segurança alimentar e nutricional; 
•    (vii) Energia sustentável para todos; 
•    (viii) Água; 
•    (ix) Cidades sustentáveis e inovação;
•    (x) Oceanos. 

Todos os debates são transmitidos ao vivo no website das Nações Unidas.
 

crédito foto: Paulo Filgueiras




quinta-feira, 14 de junho de 2012

CÚPULA DOS POVOS - Tenda Terreiros Brasil


Network Email


CÚPULA DOS POVOS - Tenda Terreiros Brasil
I Semana de Cultura, Cidadania e Ecologia dos Povos Tradicionais de Terreiros
Por uma Cultura Viva sem Fronteiras

Apresentação

Assim como a terra, a água, o ar, o sol, a lua e o universo são as fontes elementares de toda a vida, a cultura é fonte de encantamento, contemplação e respeito a toda a energia que brota nos mais diversos níveis e esferas das experiências, dos aprendizados e das reinvenções vivenciadas em comunidade.

A Cúpula dos Povos tem por objetivo alertar o planeta sobre os riscos sinalizados no processo da Rio+20, questionando os limites de compreensão dos líderes políticos e a cegueira do sistema capitalista acerca das crises que precisamos enfrentar neste início de século XXI, bem mais profundas do que a chamada "economia verde" seja capaz de resolver.

Nesse contexto, comunidades tradicionais, povos de terreiros, povos indígenas, griôs, quilombolas, pontos de cultura, agentes e ativistas culturais se organizam para a realização da I Semana de Cultura, Cidadania e Ecologia dos Povos Tradicionais de Terreiro na Cúpula dos Povos – Por uma Cultura Viva sem Fronteiras, espaço autogestionário que abrigará uma série de atividades, a exemplo da I Conferência Livre Internacional – Campanha Continental Cultura Viva Comunitaria. Será também espaço de convergência e aglutinação de um amplo Movimento Social da Cultura que se organiza hoje através de diversas redes culturais nacionais e internacionais.

Compreendendo a importância da cultura para pensarmos um novo modelo de envolvimento sustentável de maneira profunda, estrutural e orgânica, o encontro será um espaço aberto para vivenciar, visibilizar, celebrar, apresentar caminhos, trocar saberes, fazeres e tecnologias, intensificar diálogos e propor soluções simples, viáveis e eficientes – muitas das quais são praticadas há séculos pelas comunidades tradicionais – oferecendo assim, conhecimentos e práticas reais para a construção de uma sociedade global baseada na justiça social e no equilíbrio ambiental.



PROGRAMAÇÃO


15 de junho – sexta

Reunião Mundial dos Povos de Terreiro

12:00H - Recepção
14:00hs – Roda de Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros e Povos das Florestas
14:30hs – Ecologia e Cultura dos Povos Tradicionais de Terreiros
Roda de Convivência
Aderbal Ashogun, Mãe Beata de Yemonjá, Mãe Torody, Mãe Lúcia de Oyá, Pai Zezito, Ekede Cinha, Mãe Meninazinha, Mametu Mabegy, Gilberto Leal, Pai Marcos, Chuchuca, Ekede Tia Lúcia, Carlos MinC e Márcia Rollemberg.

15:00hs – 17:30 – Oficina – Práticas Religiosas em Áreas Protegidas
Carta do Rio (Proposta de documento a ser tirado no final da semana)
Oficineiros
Laraf Moutinho, Frederico Loureiro, Francisco Carrera, Denise Alves.

18:00hs – Programação de Cultura
Coral Iyún Asé Orin – Lucinha Pessoa
Grupo de Dança Ogan Caio
Grupo de Capoeira Angola- Moicanos
TAMBORZADA - Companhia Folclórica do Rio-UFRJ

16 de junho – sábado

9:30hs – Roda de acolhimento de cultura tradicional dos povos de terreiros

10:00hs – Ecologia dos povos tradicionais de terreiro e Saúde
Roda de convivência
Baba Diba, Mara Zélia, José Marmo, Sueli Conceição, Mametu Nangetu

11:30hs – Oficina Racismo Ambiental, Justiça Ambiental e Direito Ambiental
Robert Boullard, Francisco Carrera, Sérgio Ricardo, Diosmar Marcelino.

13:00hs – Almoço

14:00hs- Oficina INSTRUMENTOS RECICLADOS – INFANTIL RJ

15:00hs – Patrimônio de Matriz Africana / Identidade e Território
Oluségun Akinruli, Pai Paulo Pereira, Desire Tozzi, Américo Córdula, Aureanice Corrêa, Jô Brandão. Lideranças e mestres de comunidades tradicionais.

17:00hs- Os filhos de Odé, protetores da natureza- grupo de dança

18:00hs – Programação de Cultura
Teatro "O dia que a Mãe d'Água chorou" - Ydá/Carranca
Grupo de Canto e Dança dos orixas – Dolores/CETRAB
Jongo Congola- Bartira
RODA DE SAMBA RJ

17 de junho - Domingo

9:30hs – Roda de Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros e Povos da Florestas

10:00hs – Cultura de Matriz Africana uma Abordagem Afro-cêntrica/ Eco-afrocêntrismo
Professora Elisa Larkin - IPEAFRO.

10:00hs - Encontro da Red Latina Americana de Teatro Comunitário no Centro de Teatro do Oprimido

11:00hs – Juventude de terreiros uma conversa intergeracional
Bartira Penha, Pai Rondinele, Milso Omiletó, Noan Moreira, Kitanji, Fábio Negão

13:00hs – Almoço

14:00hs –Soberania Alimentar Erradicação da Pobreza/Agroecologia
Da Produção ao Consumo Sustentavél
Raymundo Komanangy, Marcelo Monteiro, Kota Mulanji, Fetraf e Contag

15:00hs – Concentração Jongo Congola – Roda de capoeira – Gingando pela cultura
Cortejo dos povos tradicionais por um estado Laico / Interferência Urbana - Fumacê do Descarrego com Alexandre Vogler.

15:00hs - Ensaio da Marcha das Culturas do dia 20/06 - Local: Centro de Teatro do Oprimido

17:00hs – Chegada a Tenda Religões por Direitos

18:00hs – Programação de Cultura
QUILOMBO SP (filme)
RAP – RO

18 de junho - Segunda

9:30hs - Roda de Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros e povos da Florestas

10:00hs – Roda de Convivência: Cultura Digital e Comunicação
Muniz Sodré, Haroldo Costa, Ricardo Ruiz, TC, Pablo Capilé, Ricardo Poppi , Renato Fabbri, Ivana Bentes, Zezinho Andrade, Dênis Rodrigues, Mãe Beth de Oxum.
Lideranças e mestres de comunidades de culturas tradicionais

12h-filme: Mãe Meninazinha da Oxum - Iyalorixá da Sociedade Civil e Religiosa do Ilê Omolu Oxum


14h – ABERTURA: Encontro Internacional Cultura Viva / Pontos de Cultura Sem Fronteiras
Conferência Livre Internacional Cultura Viva
Rodas de dialogo, facilitada por articuladores da cultura viva nos mais diversos movimentos diversos movimentos culturais nacionais e internacionais.
Artistas, ativistas, educadores, mestres e aprendizes, dialogando sobre políticas culturais e cultura politica, no Brasil, na America Latina e no mundo

Convidados e provocadores
Celio Turino, Eduardo Balán, Davy Alexandrisky, Alexandre Santini, Bárbara Szaniecki Patricia Ferrraz, Pai Lula Dantas, Aderbal Ashogun, Leo Br, Marcelo das Histórias, José Maria Reis (Zehma), Gilson Máximo, Marjorie Botelho, Andrea Freire, Marcus Franchi, Geo Britto, Lucimar Weil, Marly Cuesta, Fabio Kossmann, Fred Maia, Fabio Carvalho, Maria Aparecida Tozatti, Rosângela Rocha, Marcio Bello, Cris Alves, Giuseppe Cocco, Stela Gianquito, Jorge Blandon, Ivan Nogalez, Adriano Mauriz, Reinaldo Santana, Enrique Espitia, Edwin Cubillos, Camilo Bogotá, Luvel García.

17:00hs –Programação Cultural
"O que tem dentro da semente?" Cia Malasartes
SHOWS MUSICAIS + POESIA com Rosa Helena e Músicos


18h - Percurso Cultura Viva: Recepção da Caravana Continental por La vida Manguinhos - Complexo da Maré


19 de junho - terça

I CONFERÊNCIA LIVRE - CULTURA VIVA - CAMPANHA CONTINENTAL PELA CULTURA VIVA sem fronteiras

9:30hs - Roda de Acolhimento de Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros e povos da Florestas

10:00hs Políticas Públicas para a Cultura – Sistema Nacional de Cultura, Lei Cultura Viva e Lei Griô, Agenda Legislativa,Cultura e Educação, Cultura e sustentabilidade, Cultura e Desenvolvimento

Marcia Rollemberg - Secretária de Cidadania Cultural do MinC
Jandira Feghali - Deputada Federal e Presidente da Frente Parlamentar de Cultura do Congresso Nacional.
Robson Leite - Deputado Estadual e Presidente da Frente Parlamentar de Cultura da ALERJ
Marcio Griô - Presidente do Conselho Estadual de Cultura da Bahia/Coordenador da Ação Griô Nacional
José Maria Reis (Zehma) - Comissão Nacional dos Pontos de Cultura
Camilo Bogotá - Subdiretor de Práticas Culturais - Secretaria Distrital de Cultura, Recreação e Esporte de Bogotá

Lideranças dos Povos e Comunidades Tradicionais:
Mãe Meninazinha, (RJ) Chuchuca (BA), Gayacu Deusimar (RJ) Pedro Miranda (RJ)

13:00hs – Almoço Sexteto vocal Africanamente-Tania Amorim

14:00hs – Roda de Conversa : Campanha Continental Cultura Viva Comunitária
Atividade autogestionária de encerramento da Campanha Continental Cultura Viva Comunitária, promovida desde abril de 2012 pelas redes Plataforma Puente Cultura Viva Comiunitária, Rede Latinoamericana de Artes para a Transformação Social, Rede Latinoamericana de Teatro em Comunidade.

Facilitadores: Eduardo Balan (Argentina), Alexandre Santini (Brasil)


Brasil
Célio Turino – Idealizador do Programa Cultura Viva
Adriano Mauriz - Pombas Urbanas
Reinaldo Santana - Entrou por uma Porta

Argentina
Stella Gianquito - Teatro Catalina Sur

Bolívia
Ivan Nogales. Teatro Trono-Compa – Coordenador Caravana por la Vida

Colômbia
Jorge Blandon. Corporación Cultural Nuestra Gente
Enrique Espitia DC Arte- Plataforma Puente Cultura Viva
Edwin Cubillos - Gestor de Cultura Viva Comunitaria - Secretaría Distrital de Cultura, Recreación y Deporte de Bogotá

Cuba
Luvel Garcia - Joven IDEA - Plataforma Puente Cultura Viva Comunitaria

18:00hs – Batida de Ponto: Interações Estéticas e Sonoras

Treme Terra Esculturas Sonoras (RJ) convida e recebe:
Mãe Beth de Oxum - Coco de Umbigada (PE)
Antônio Carlos (TC)- Casa de Cultura Tainã (SP)
Mestre Lumumba e Aprendizes.Br - Nina Griô (SP / RJ)
Fabio Carvalho - Manguerê (ES)
Márcio Bello - Tambores do Tocantins (TO)


20 de junho – quarta


9:30hs - Roda de Acolhimento de Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros

10h00 - Mobilização Global
Mãe Beata de Yemanjá e Wole Soiynka Mestre de Cerimonias das Culturas Tradicionais

14:00h - Marcha Mundial dos Povos (Candelária)

18:00hs – Programação Cultural
Show Barravento
Grupo Cultural O Som das Comunidades : Entra na Roda.

21 de junho - quinta

09:30hs – Roda de acolhimento Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros e povos da Florestas


10h – Dinamicas Glocais – Cultura, Cidade, território e modelos de desenvolvimento

Camilo Bogotá - subdirector de Prácticas Culturales - Secretaría Distrital de Cultura, Recreación y Deporte de Bogotá
Edwin Cubillos - Gestor de Cultura Viva Comunitaria - Secretaría Distrital de Cultura, Recreación y Deporte de Bogotá
Hamilton Faria - Instituto Pólis (SP)
Atílio Alencar - Casa FDE PoA

12:00h - Intevenção teatral: Centro de Teatro do Oprimido: Direito à Moradia

12:30h- Oficina Percussão da Maré

15:00h - Roda de Conversa - Artes Públicas e Direito à Cidade
Amir Hadad - Teatrólogo e Diretor do Grupo Tá Na Rua
Reimont Ottoni - Vereador e Presidente da Frente Parlamentar de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro
Giuseppe Cocco - Universidade Nômade/ UFRJ
Zeca Ligiéro- NEPAA/ UNIRIO

Programação Artística:
18:00 - TÁ NA RUA: " Santo Antônio de Lisboa e a Sereia do Mar"
20:30 - Up with people

22 de junho – sexta
Kao, Xango!

09:30hs - Roda de acolhimento Cultura Tradicional dos Povos de Terreiros e povos da Florestas
10 a 12:00hs -Dança Palco Pequeno> Iara Cassano
13:00hs – Almoço
15:00hs – Assembleia Cultural dos Povos – Direitos Culturais - Cultura como Bem Comum

23 de junho – sábado

14:00hs – Reunião da Rede Nacional de Cultura Ambiental Afro-Brasileira.
Encaminhamentos, finalização de sistematização dos documentos.

20:00hs - Festa de Xango


ATIVIDADES PERMANENTES

Terreiros Digitais
Durante toda a cúpula, em formato de convivência imersiva, estaremos com atividades de mídia tática, multiplicando conhecimentos sobre as ferramentas usadas para edição e transmissão das informações geradas no próprio evento. Basta procurar outros participantes e perguntar a respeito. O uso da internet através dos programas de chat (skype e IRC), o EtherPad como notação e organizador de evento, wikis e o uso estratégico dos blogs e mídias sociais são alguns dos temas propostos para a dinamização e o empoderamento dos participantes no debate e disseminação da cultura digital através da ancestralidade.

Rádio Stream Mojubá, Laroie, Exu!
TODOS OS DIAS, transmitindo amplexos radiofônicos emitidos por Terreiros de todo o Brasil.
Sempre às 18:00h (rádio) Conexão Oyá TOgun
Candomblé e Direitos Humanos

Espaço Xangô - Direito Sagrado:
Ouvidoria de crimes contra cultura e religião
Espaço de inscrição para eleição dos colegiados setoriais e do Conselho Nacional de Políticas Culturais.

Mostra Audiovisual Zózimo Bulbul
Filmes e vídeos especialmente selecionados circulando pela programação

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Lula Dantas
Coordenador Ponto de Cultura/Associação do Culto Afro Itabunense
G 08 Rep. Litoral Sul/Comissão de Comunicação/BA
CNPdC/Colegiado Matriz Africana/Colegiado da Bahia/Sub Comissão de Comunicação
Associação Grapiúna de Entidades de Matriz Africana/Comissão de Comunicação
Fórum de Agentes, Gestores e Empreendedores Culturais do Litoral Sul/Ba
(73) 3612-0175 / 9111-7096

CULTURA COMO DIREITO HUMANO

Na integralidade que permeia o ser humano, a expressão cultural é uma necessidade humana que muitas vezes é negada ao excluído. Ao afirmar que cultura é um direito humano, assinalamos que ela não é apenas uma ferramenta que sirva para chegar a algum lugar, mas que é tão fundamental quanto o direito a expressão política livre ou o direito a educação. Impele-nos também a buscar ações e atividades que expressem de forma concreta esta afirmação.

Fonte: http://www.cdhep.org.br/Cultura-como-direito.php
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