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Blog que fala de Povos e Comunidades Tradicionais, com foco nos Povos Tradiciinais de matriz Africana. Assuntos relacionados em Política, Sustentabilidade, Educação Ambiental, Segurança Alimentar, Cultura e Afrocentricidade.
Sustentabilidade para Povos de Terreiro
sábado, 6 de abril de 2013
80 baianas juntas - foi lindo demais!
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Uma fé que nada tem a ver com o diabo
5ª Conferência Nacional das Cidades - Participe ajudando a mudar a nossa realidade
Seminário traça paralelo entre a Constituição Federal e a Proteção dos Ecossistemas Costeiros e Marinhos
9h30 às 10h10 – Abertura
· Deputado SARNEY FILHO, Primeiro-Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista;
· Deputado ARNALDO JORDY, Segundo-Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;
· Deputado MÁRCIO MACÊDO, Coordenador do GT Mar da Frente Parlamentar Ambientalista e
· Senhor ROBERTO KLABIN, Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica
10h10 às 11h10 – Apresentações Técnicas
· Coordenadora: LEANDRA GONÇALVES, Consultora da Fundação SOS Mata Atlântica.
Tema: Ecossistemas costeiros e marinhos: ameaças e legislação nacional aplicável.
Palestrante: Senhora ILÍDIA JURAS, Consultora Legislativa da Câmara dos Deputados.
Tema: Análise comparada sobre legislação internacional para zona costeira.
Palestrante: Senhor ANDRÉ LIMA, Consultor Ambiental.
Tema: Estudo da arte dos 25 anos de gerenciamento costeiro integrado.
Palestrante: Senhor MAURO FIGUEIREDO DE FIGUEIREDO, Assessor do Departamento de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente.
11h10 às 12h30 - Painel Governamental
· Coordenador: GUILHERME DUTRA, Diretor do Programa Marinho da CI - Conservação Internacional.
Palestrantes:
· Representante do Ministério do Meio Ambiente
· Senhora CLÁUDIA ALVES DE MAGALHÃES, representante do Comitê-Executivo do GI-Gerco - Grupo de Integração do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro
· Senhor AMÉRICO TUNES, Secretário de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura do Ministério da Pesca e Aquicultura
· Capitão-de-Mar-e-Guerra MARISE SILVA CARNEIRO, Subsecretária para o PSRN - Plano Setorial para os Recursos do Mar da Marinha do Brasil
12h30 às 14h – Almoço
14h às 15h – Painel Ciência
· Coordenadora: LEANDRA GONÇALVES, Consultora da Fundação SOS Mata Atlântica.
Palestrantes:
· Senhor MARCUS POLETTE, Professor-Pesquisador da Univale - Universidade Vale do Itajaí;
· Senhor ALEXANDER TURRA, Professor-Pesquisador do Instituto Oceanográfico da USP - Universidade de São Paulo e
· Senhora BEATRICE PADOVANI, Professora-Pesquisadora da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco.
15h às 16h – Painel Sociedade Civil
· Coordenador: ANDRÉ LIMA, Consultor Ambiental
Palestrantes:
· Senhora LEANDRA GONÇALVES, Consultora da Fundação SOS Mata Atlântica;
· Senhor GUILHERME DUTRA, Diretor do Programa Marinho da CI - Conservação Internacional e
· Senhora HELOÍSA DIAS, Coordenadora do Colegiado Mar da Reserva Biosfera.
16h às 17h - Conclusões Finais e Encaminhamentos
Composição da Mesa:
· Deputado ARNALDO JORDY, Segundo-Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e
· Senhor ROBERTO KLABIN, Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Criar novas UC no Brasil.
O processo de globalização, a expansão das cidades através da urbanização e o crescimento da população vão dar eclosão a um acirrado aquecimento na economia mundial, e por consequência um aumento na utilização dos recursos naturais. Desde, o uso sustentável desses recursos, ou seja, a sua conservação torna-se um grande desafio em busca de almejar um maior bem estar social.
As Unidades de Conservação - UC são focos estratégicos de preservação dessas áreas naturais, com o intuito de conservar a biodiversidade presente em um determinado zoneamento.
Sendo assim o poder público, empresas e organizações não governamentais tem o objetivo de criar novas UC para uma preservação eficaz do meio natural. Desta maneira as fases de implantação dessas Unidades consistem no diagnóstico, para estabelecer as categorias e por consequência a realização de audiências públicas, implantação de planos de manejos e criação de conselhos gestores de acordo com o órgão administrador da Unidade. Em casos de empresas a criação de Unidade dispensa a criação de conselhos e consultas da população, salvo em caso de UC ocupadas por comunidades tradicionais.
Deste modo além da preservação da natureza as UC também propõem uma defesa que englobe os grupos étnicos, em sua tradicionalidade e cultura.
As Unidades de Conservação dividem-se em duas categorias: proteção integral ou de uso sustentável. Para estabelecer essa divisão vai depender do quadro de degradação em que se encontra o recurso natural, da pesquisa científica, ocupação de comunidades tradicionais e por fim a relevância ou finalidade dos bens/serviços ambientais que o recurso oferece.
Desta forma o Brasil criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC em 18 de julho de 2000 através da Lei nº 9.985/2000, o qual compõe de diretrizes oficiais para a criação, implantação e gestão das Unidades de Conservação que podem ser de cunho federal, estadual e municipal.
Em terras brasileiras tem-se um total de 1.056 Unidades de Conservações publicas, sendo apenas 124 marinhas. Assim, existe a necessidade da criação de novas unidades marinhas para uma renovação da fauna principalmente os manguezais os quais consistem em refúgio de reprodução.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Criação da Faixa da Diversidade Religiosa e do Conselho Editorial da Faixa da Diversidade Religiosa
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Sessão Solene em Homenagem ao Dia Nacional da Umbanda
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Criação de novas Unidades de Conservação em ZPAs é apresentada por técnicos da Semurb no VII CBUC
Criação de novas Unidades de Conservação em ZPAs é apresentada por técnicos da Semurb no VII CBUC
Cerca de dez técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) participam do VII Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), que tem como tema "Áreas protegidas: um oceano de riquezas e biodiversidade" e o objetivo é debater a contribuição das unidades de conservação para o desenvolvimento econômico da sociedade, sobretudo as áreas marinhas e oceânicas. O evento acontece de 24 a 27 de setembro, no Centro de Convenções de Natal.
Neste primeiro dia de Congresso, o tema que mais chamou a atenção dos nossos participantes foi a palestra do professor e pesquisador Carlos Eduardo Frickmann Young, que abordou o tema "A importância da conservação da natureza para economias globais", dentro do painel "Integrando o desenvolvimento econômico e social com a conservação da natureza". Ele afirma que Floresta não é um entrave ao crescimento econômico, mas sim uma solução para o desenvolvimento equilibrado. Embora esse conceito ainda prevaleça, principalmente junto às lideranças políticas e econômicas, ressalta ele.
Porém, essa visão não se encaixa à Economia Verde, conceito que prevê um novo modo de utilização dos recursos naturais, por meio de ações que atendam ao mesmo tempo a conservação da natureza e a geração de emprego e renda, com inclusão social.
Ele citou o relatório "Contribuição das unidades de conservação brasileiras para a economia nacional", produzido em maio de 2011 por ele e por Rodrigo Medeiros para UNEP-WCMC (United Nations Environmment Programm–World Conservation Monitoring Centre). Este relatório apresentou os resultados de análises sobre o impacto e o potencial econômico de cinco dos múltiplos bens e serviços providos pelas unidades de conservação para a economia e para a sociedade brasileiras. São eles: produtos florestais, uso público, carbono, água e repartição de receitas tributárias.
Os resultados desse estudo mostram que a visitação aos 67 parques nacionais existentes em 2010 no Brasil (hoje são 68 parques nacionais) tem potencial de gerar entre R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8 bilhão por ano, considerando as estimativas de fluxo de turistas projetadas para o país – cerca de 13,7 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros – até 2016, ano das Olimpíadas.
Ainda considerando a visitação, o relatório indica que as unidades de conservação federais têm potencial de atrair cerca de 17,5 milhões de pessoas em 2016, podendo movimentar a economia em até R$ 2 bilhões nas regiões onde estão localizadas essas unidades. Se for considerada a soma das estimativas de visitação pública nas unidades de conservação federais e estaduais consideradas pelo estudo, levando-se em conta a exploração adequada das unidades, cerca de 20 milhões de pessoas visitarão essas áreas em 2016, com um impacto econômico potencial de cerca de R$ 2,2 bilhões naquele ano.
O estudo estima que o valor do "aluguel" anual do estoque de carbono cujas emissões foram evitadas pelas unidades de conservação está entre R$ 2,9 bilhões e R$ 5,8 bilhões por ano. Esses valores foram calculados considerando os limites do custo de oportunidade de capital entre 3% e 6% ao ano. "São valores que superam os gastos atuais com a manutenção dessas unidades e as necessidades de investimento adicional para a consolidação e melhoria delas", destaca Young.
Para o geógrafo da Semurb, José Petronilo este estudo apresentado por Young revela o que o município e a população podem ganhar em preservar e proteger suas áreas consideradas frágeis. Porém, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Em sua opinião, muito se debate sobre as Unidades de Conservação (UC's) a nível Federal e estadual e se esquece das UC's municipais. Ele defende mais incentivo desses entes, para que os municípios criem seus órgãos de controle ambiental e possibilite uma maior discussão, avalia Petronilo.
A sua opinião é compartilhada com os demais colegas da secretaria que participam do evento. A turismologa Isabelle Silva reforça que a falta de estrutura ainda é um dos grandes problemas vividos pelos municípios.
No dia hoje também foi lançado o mapa contendo as Unidades de Conservação do Brasil. Natal pela primeira vez passa a fazer parte desse cadastro com a inclusão da Unidade de conservação "Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte".
A Tarde foi dedicada aos Simpósios e a apresentação dos trabalhos técnicos exibidos através de painéis. Dentre eles está o das biólogas da Semurb Ana Cristina Advíncula e Carolina Lisboa, que apresentaram o projeto "Áreas prioritárias para criação de Unidades de Conservação em Natal". O projeto avalia as potencialidades de cada uma das Zonas de Proteção Ambiental (ZPA's) existentes no município e aponta ações de planejamento para criação de UC's para cada uma delas por nível de prioridade.
Para tanto, foi observado por elas, principalmente a área ocupada, a conectividade entre elas, quantidade de ecossistemas, recursos hídricos, seus ecossistemas entre outros. O estudo indica ainda que o trabalho deve começar pela ZPA-8, considerada a de maior vulnerabilidade. Essa área tem diversos ecossistemas e sofre influência dos rios Jaguaribe e Potengi, tudo isso distribuído numa grande faixa de terra.
Para Carol Lisboa, que estava apresentando o painel, este projeto foi fruto dos diversos estudos existentes na secretaria. "Tivemos o cuidado de preparar este projeto por acreditar que ele pode ser uma excelente ferramenta de planejamento para os nossos gestores", completa.










