O processo de globalização, a expansão das cidades através da urbanização e o crescimento da população vão dar eclosão a um acirrado aquecimento na economia mundial, e por consequência um aumento na utilização dos recursos naturais. Desde, o uso sustentável desses recursos, ou seja, a sua conservação torna-se um grande desafio em busca de almejar um maior bem estar social.
As Unidades de Conservação - UC são focos estratégicos de preservação dessas áreas naturais, com o intuito de conservar a biodiversidade presente em um determinado zoneamento.
Sendo assim o poder público, empresas e organizações não governamentais tem o objetivo de criar novas UC para uma preservação eficaz do meio natural. Desta maneira as fases de implantação dessas Unidades consistem no diagnóstico, para estabelecer as categorias e por consequência a realização de audiências públicas, implantação de planos de manejos e criação de conselhos gestores de acordo com o órgão administrador da Unidade. Em casos de empresas a criação de Unidade dispensa a criação de conselhos e consultas da população, salvo em caso de UC ocupadas por comunidades tradicionais.
Deste modo além da preservação da natureza as UC também propõem uma defesa que englobe os grupos étnicos, em sua tradicionalidade e cultura.
As Unidades de Conservação dividem-se em duas categorias: proteção integral ou de uso sustentável. Para estabelecer essa divisão vai depender do quadro de degradação em que se encontra o recurso natural, da pesquisa científica, ocupação de comunidades tradicionais e por fim a relevância ou finalidade dos bens/serviços ambientais que o recurso oferece.
Desta forma o Brasil criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC em 18 de julho de 2000 através da Lei nº 9.985/2000, o qual compõe de diretrizes oficiais para a criação, implantação e gestão das Unidades de Conservação que podem ser de cunho federal, estadual e municipal.
Em terras brasileiras tem-se um total de 1.056 Unidades de Conservações publicas, sendo apenas 124 marinhas. Assim, existe a necessidade da criação de novas unidades marinhas para uma renovação da fauna principalmente os manguezais os quais consistem em refúgio de reprodução.

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