Depois de atravessar o Oceano Pacífico a bordo do catamarã Plastiki, feito de garrafas PET, o ambientalista e aventureiro David de Rothschild começa agora uma nova expedição aqui no Brasil. Nas próximas semanas, o inglês vai viajar pela Floresta Amazônica e mostrar, por meio da arte, que impacto a construção da Usina de Belo Monte terá sobre a região.
Suzana Camargo
Planeta Sustentável - 07/11/2011
Planeta Sustentável - 07/11/2011
Em 2010 David de Rothschild e a equipe do projeto Plastiki cruzaram o Pacífico, saindo de São Francisco, nos Estados Unidos, e após 130 dias, chegaram a Sidney, na Austrália (leia os postsPlastiki: o barco sustentável de garrafas PET, Barco de PET conclui travessa do Pacífico do Blog da Redação. O catamarã, feito totalmente com material reciclado, fazia parte de um projeto para alertar o homem sobre a poluição marítima. Rothschild já participou de outras expedições, entre elas para o Ártico e a Antártica para chamar a atenção sobre a sobrevivência dos ursos, e em 2007, o ecologista esteve no Equador, onde viu de perto os efeitos que o lixo tóxico causa às populações indígenas e ao meio ambiente.
Essa semana, Rothschild inicia uma jornada pela região do rio Xingu, na Amazônia. A expedição que faz parte do projeto ARTiculate, do movimento MYOO*, reúne arte, ecologia e aventura. A ideia é viajar pela floresta e discutir mais sobre o impacto que a construção da Usina de Belo Monte trará sobre a região. Junto com a organização não-governamental Amazon Watch*, David de Rothschild quer refletir com as crianças das comunidades locais sobre os impactos da usina, em Belo Monte. A intenção é criar imensas instalações de arte que representem a biodiversidade dessa região amazônica, que provavelmente será perdida após a inundação da área. O foco do estudo será "What is lost?".
Durante a visita ao Brasil, David de Rothschild também fará parte do Festival SWU, que acontecerá em Paulínia, São Paulo. O ecologista inglês será um dos palestrantes do II Fórum Global de Sustentabilidade SWU, no dia 14 de novembro.
Essa semana, Rothschild inicia uma jornada pela região do rio Xingu, na Amazônia. A expedição que faz parte do projeto ARTiculate, do movimento MYOO*, reúne arte, ecologia e aventura. A ideia é viajar pela floresta e discutir mais sobre o impacto que a construção da Usina de Belo Monte trará sobre a região. Junto com a organização não-governamental Amazon Watch*, David de Rothschild quer refletir com as crianças das comunidades locais sobre os impactos da usina, em Belo Monte. A intenção é criar imensas instalações de arte que representem a biodiversidade dessa região amazônica, que provavelmente será perdida após a inundação da área. O foco do estudo será "What is lost?".
Durante a visita ao Brasil, David de Rothschild também fará parte do Festival SWU, que acontecerá em Paulínia, São Paulo. O ecologista inglês será um dos palestrantes do II Fórum Global de Sustentabilidade SWU, no dia 14 de novembro.

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