Blog que fala de Povos e Comunidades Tradicionais, com foco nos Povos Tradiciinais de matriz Africana. Assuntos relacionados em Política, Sustentabilidade, Educação Ambiental, Segurança Alimentar, Cultura e Afrocentricidade.
Sustentabilidade para Povos de Terreiro
quarta-feira, 16 de março de 2016
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Jovens da ANJPCT-Brasil participam de oficina.
Povos e Comunidades Tradicionais , em diversos momentos da história do Brasil, estiveram à margem das políticas públicas. Pensando nisso, a 3ª Conferência Nacional de Juventude realizará uma etapa exclusiva para esses segmentos, que têm muito a contribuir na etapa nacional. A oficina preparatória aconteceu nesta quinta (24/09) realizada pela Secretaria de Políticas Pela Igualdade Racial (Seppir) e Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), em Brasília.
Ao todo, 30 jovens de diversos estados brasileiros, representando as cinco regiões do país, trouxeram à roda de conversa suas provocações. A ideia é fortalecer o diálogo entre as lideranças juvenis de cada segmento no intuito de ampliar a mobilização de jovens, que muitas vezes ficam exclusos da participação presencial na etapa nacional.
Na ocasião, o secretário nacional de Juventude, Gabriel Medina, expôs a conjuntura do desenvolvimento das políticas voltadas aos jovens. "Estamos juntos aqui para qualificar a juventude para que estejamos cada vez mais empoderados sobre nossa diversidade. É a juventude que vai transformar as realidades do Brasil pra melhor", disse.
De acordo com Ronaldo Barros, secretário de ações afirmativas da Seppir, o Brasil tem se tornado referência para o mundo no desenvolvimento de políticas de igualdade racial e os jovens têm sido fundamentais nesse processo. "É difícil conviver com uma representação negativa do povo negro em todos os espaços, mas a juventude, com a afirmação de suas características, tem contribuído com a nossa identidade", afirmou.
As pautas para os povos e comunidades tradicionais são específicas e muitas vezes não são levadas em consideração em alguns espaços políticos. É o que afirma a jovem Anaildes Souza, 25, membro do Instituto de Mídia Étnica. "Estamos aqui pra dar voz aos povos invisibilizados. Queremos ser reconhecidos e ter nossas questões pautadas", cobrou.
A previsão é de que em dezembro, antes da etapa nacional, que acontece de 16 a 19, ocorra a etapa para Povos e Comunidades Tradicionais. Esta etapa elegerá delegados direto para a última fase da Conferência, que vai ser realizada em Brasília.
Estiveram presentes nessa atividade Jovens de Matriz Africana, Quilombolas e Ciganos da ANJPCT-Brasil.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Juventudes dos Povos e Comunidades Tradicionais
Na ocasião foi discutido como será realizado a chamada Publica para as Juventudes dos Povos e Comunidades Tradicionais, etapa que antecede a conferencia nacional.
A Chamada Publica das Juventudes dos Povos e Comunidades Tradicionais tem a missão de potencializar as diversas lideranças juvenis pertencentes aos diversos segmentos de Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil. Foi informado o lançamento do App #3ConfJuv. Agora, através do celular, computador ou tablet, qualquer jovem a partir de 15 anos, de todo o Brasil, pode fazer propostas para a 3ª Conferência Nacional de Juventude, prevista para dezembro, em Brasília.
Outra novidade da #3ConfJuv é o espaço "MANISFESTA" local que será de suma importância para a apresentação cultural, artística e tradicional das Juventudes.
sábado, 23 de maio de 2015
Além de Religião somos mais, somos Tradição.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Lançamento da Frente Parlamentar em defesa dos Povos Tradicionais de Matriz Africana
domingo, 29 de março de 2015
Por que a beleza é branca? Representatividade importa?
sexta-feira, 27 de março de 2015
CPI da Morte e Desaparecimento de Jovens Negros é instalada
A CPI da Morte e Desaparecimento de Jovens Negros será presidida pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Ele disse que a comissão vai investigar as estratégias usadas pelo tráfico, por grupos paramilitares e pelas milícias. Segundo ele, é preciso desmontar o crime organizado para evitar mais chacinas.
Reginaldo Lopes é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O deputado acredita que o problema da violência no País não é o tamanho da pena, mas o tamanho da impunidade.
O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) será o 1º vice-presidente da CPI; a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) será a 2ª vice-presidente; e o deputado Wilson Filho (PTB-PB), o 3º vice-presidente. A relatoria caberá à deputada Rosangela Gomes (PRB-RJ).
Tombamento definitivo - Casa de Bessen
O Iphan reconheceu Roça do Ventura como Patrimônio Cultural do Brasil, em dezembro do ano passado
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, homologou o tombamento do Terreiro Zoogbodo Male Bogun Seja Hunde, localizado no município de Cachoeira (BA). A portaria foi publicada no DOU desta quinta-feira (26).
Também conhecido como Roça do Ventura, o terreiro é responsável pela preservação de umas das tradições religiosas de matriz africana, da liturgia do Candomblé de nação Jeje-Mahi originaria nos cultos às divindades chamadas Vodum. O Seja Unde tem fundamental importância na formação da rede de terreiros do Recôncavo Baiano e para a formação do Camdomblé como religião.
A solicitação para o tombamento da casa de candomblé matricial de tradição jeje-mahi foi feita pela então presidente da Sociedade Religiosa Zogbodo Male Bogun Seja Unde, Alaíde Augusta da Conceição, a veneranda vodunce Alaíde de Oyá, em dezembro de 2008 e reinterado, em 2009, pelo atual presidente da Sociedade Religiosa Zoogbodo Male Bogun Seja Hunde e Ogã da casa, Edvaldo de Jesus Conceição, o Buda.
O mais novo bem cachoeirano considerado Patrimônio Cultural do Brasil teve seu tombamento aprovado, em 04 de dezembro do ano passado, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, reunido na sede do Iphan, em Brasília.
Início em 1858
A ocupação da Roça do Ventura teve início em 1858. O terreiro Zoogbodo abrange um sítio natural e elementos edificados, além de árvores referenciais dos ritos Jeje, como as Casas de Hospedagem; Oiá (Altar); Peji (cerimonial), com salão, ronco e cozinha sagrada; Casa dos Antepassados; Fonte de Osum; Poço; Ponte e Instalações Sanitárias. As Árvores Sagradas (atins) existentes no local são Nana, Tiriri, Ogum Sorokwe, Averekete, Sogbo, Bessém, Ogum, Azansun, Lokó, Badé, Agué e Parara. Também fazem parte do conjunto o Riacho Caquende – Odé e as margens Aziri e Avinagé.
GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 21, DE 25 DE MARÇO DE 2015 Homologa o tombamento do Terreiro Zogbodo Male Bogun Seja Unde, no Município de Cachoeira, Estado da Bahia. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo inciso IIdo parágrafo único do art. 87 da Constituição, pela Lei nº 6.292, de 15 de dezembro de 1975, e tendo em vista a manifestação do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural na sua 67ª reunião, realizada no dia 3 de maio de 2011 e na sua 77ª reunião, ocorrida no dia 4 de dezembro de 2014, resolve: Art. 1º Homologar, para os efeitos do Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, o tombamento do Terreiro Zogbodo Male Bogun Seja Unde, no Município de Cachoeira, Estado da Bahia, a que se refere o Processo nº 1.627 - T - 11 (Processo nº 01502.000147/2009-58). Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOÃO LUIZ SILVA FERREIRA
quarta-feira, 11 de março de 2015
Eu vou e você vai?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham espaços nos poderes de decisão?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham um Plano Nacional para o seu Desenvolvimento Sustentável?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham uma Comissão Nacional de Povos de Terreiros ligada a Secretaria Geral da Presidência?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham Conferencias de Igualdade Racial?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham uma Secretaria de Politicas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da Republica - SEPPIR-PR?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham um Plano Nacional de Politicas Públicas de Cultura para seu Povo?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham a Lei nº 10.639?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham direitos a Editais Públicos para o desenvolvimento de seus projetos?
Será que no tempo do governo FHC as Redes e Fóruns dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, existiam ou tinham direito a voz?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham uma Politica Nacional de Igualdade Racial?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham uma Politica Nacional para a Saúde da População Negra?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham uma Politica Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham um Estatuto da Igualdade Racial?
Será que no tempo do governo FHC os Povos Tradicionais de Matriz Africana, tinham inclusão na Proteção do Patrimônio Histórico e Cultural?
Até os últimos dias do governo de FHC no Brasil tínhamos apenas 4 Terreiros tombados, hoje temos mais de 11 Comunidades Matriz Africana tombados, e esses números chegaram a mais.
Acho que não precisa comparar mais nada.
Eu, Etemi Cleyton Araújo Lufancy vou para à rua dia 13 e você?
terça-feira, 10 de março de 2015
Dia 13 eu vou.
No próximo dia 13 vamos às ruas na defesa do nosso voto, do direto a democracia que elegeram a nossa presidenta da republica.
Muito precisamos a avançar, muito ainda vamos erguer-se.
Nos últimos 13 anos construíram ferramentas de participação e de deliberação onde impetramos a mudança do país junto com governo.
No dia 13 vamos as ruas dizer que, diferentes de boa parte do congresso, nos sim, protagonizamos a participação real da sociedade no governo Lula e Dilma e não temos medo da elite de direita.
E com uma real reforma politica e possível mudar o Brasil.
Por isso mais uma vês vamos tomar as ruas, fomos nós quem tomou os tiros de verdade na ditadura, quem teve através de leis racistas o direito negado de tocar nossos atabaques e tambores. Sabemos que só com a democracia tivemos o direito à voz. Foi nos governos do PT que tivemos direitos acastelados e imponderado.
Por isso eu, meus irmãos, filhos e pais e mães vamos estar em marcha no dia 13 com nossos fios e troços vestindo vermelho acreditando na mudança.
Avante Povo da Tradição.











