A prefeita do Natal, Micarla de Sousa, deu início na manhã desta terça-feira (03) ao plantio de 200 mudas de árvores de espécies nativas no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte. Ainda participaram da ação ambiental crianças da Escola Municipal Juvenal Lamartine. Juntamente com as crianças a prefeita plantou mudas de Ubaia Doce e Paineira.
"Essa ação é importante para que o Parque se torne mais agradável para os freqüentadores, por isso estamos plantando árvores frondosas e nativas da região. Tudo isso vai contribuir também com a recuperação de áreas que sofreram erosão. A presença das crianças aqui também é importante para que elas sejam multiplicadoras na preservação do meio ambiente", declarou a prefeita Micarla de Sousa.
A ação foi realizada por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) em parceira com a Ong Horto Florestal Pitimbu que fez a doação das mudas, com o objetivo de aumentar a área arborizada do Parque da Cidade. O plantio acontecerá até o fim desta a semana pela equipe de manejo e conservação do Parque.
De acordo com o secretário adjunto de Gestão Ambiental da Semurb, Eugênio Bezerra, o plantio das árvores foi realizado em locais estratégicos. "Plantamos próximo às trilhas para trazer um maior conforto de temperatura para quem caminha no Parque e também nas divisas do Parque, onde pretendemos formar cercas vivas', declarou Eugênio Bezerra.
Parque da Cidade
Com uma área de 64 hectares, o Parque Natural Municipal Dom Nivaldo Monte garante a preservação da diversidade biológica e o equilíbrio dos ecossistemas em um dos principais aqüíferos da cidade, contribuindo ainda com a conscientização ambiental da população.
Situado na Zona de Proteção Ambiental – 1 (ZPA-1) o Parque é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral criada pelo Decreto Municipal N. 8.078/06, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais.
A vegetação local, reconhecida como um remanescente da Mata Atlântica, associada a algumas espécies características do cerrado e da caatinga, constituem uma área que serve de abrigo para os animais silvestres, alguns deles endêmicos do RN e outros em vias de extinção, além de repercutir positivamente no micro-clima da cidade.
O Parque é aberto ao público de domingo a domingo (das 5h às 17h) para atividades livres, culturais, educacionais e de lazer. Até o mês de junho a Prefeitura entregará o Centro de Visitação totalmente revitalizado. A previsão para abrir a torre principal é de mais seis meses para a instalação dos elevadores com as especificações do projeto elaborado por Oscar Niemeyer.
Blog que fala de Povos e Comunidades Tradicionais, com foco nos Povos Tradiciinais de matriz Africana. Assuntos relacionados em Política, Sustentabilidade, Educação Ambiental, Segurança Alimentar, Cultura e Afrocentricidade.
Sustentabilidade para Povos de Terreiro
terça-feira, 3 de maio de 2011
Parque da Cidade recebe o plantio de 200 mudas de árvores
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Mais tempo para as florestas
É extremamente preocupante a forma como está sendo conduzido o debate em torno da atualização da principal lei que protege nossas florestas e nossa biodiversidade: o Código Florestal. O que tem pautado a ação dos que querem modificar a legislação às pressas parece limitar-se ao interesse imediato, que não leva em conta questões estratégicas, quando sabemos que essa discussão diz respeito à vida de todos nós: as florestas prestam um serviço inestimável de proteção, regulação climática e hídrica, essencial para nossa economia e para a produção agrícola e de energia.
As perdas florestais avançam assustadoramente em todo o mundo, inclusive no Brasil. Já perdemos 93% da mata atlântica, quase metade do cerrado e da caatinga e quase 20% da Amazônia. Ao mesmo tempo, temos mais de 60 milhões de hectares de terras agrícolas que foram degradadas e estão abandonadas, como resultado de um modelo agrícola que precisa mudar.
O cerne das mudanças deve ser o de melhorar a proteção das florestas que nos restam, de criar políticas de incentivo que promovam o desenvolvimento do setor agrícola e florestal, gerando emprego e renda em uma escala muito maior.
Deve ser o de discutir os ajustes necessários para que os produtores rurais possam superar os passivos ambientais e para que nossa agricultura dê um salto de qualidade e produtividade, com sustentabilidade. É a nossa riqueza natural que nos permite ser um dos campeões mundiais de produção agrícola.
Não usar com sabedoria esses recursos é matar a galinha dos ovos de ouro. Quando discutimos o destino das florestas, estamos projetando o Brasil que queremos. Estamos definindo o papel que o país terá no mundo, o tipo de economia e qualidade ambiental que teremos. Por isso, é absurdo opor produtores rurais e ambientalistas, produção agrícola e meio ambiente.
Mas o absurdo existe e considero que é na política que está o nosso maior problema. É na qualidade do debate e na forma como ele está sendo conduzido na Câmara dos Deputados. Eivado de preconceitos e falsas alegações de que quem defende as florestas estaria a serviço de interesses internacionais, ou, pior, de que a preservação implicaria a diminuição da produção de alimentos e que, com isso, haveria aumento de preços. Isso nos faz lembrar dos momentos que antecederam a abolição da escravatura no país, quando parte dos produtores rurais bradava que sem os escravos o Brasil rural estaria falido e não haveria quem produzisse comida para nossas mesas.
Por isso, proponho que o Executivo assuma o protagonismo dessa discussão, empenhando-se em construir uma proposta bem estruturada, que atenda aos interesses de toda a sociedade, considerando o que dizem os cientistas brasileiros, com o fortalecimento da governança pública e a criação dos incentivos para o cumprimento da legislação ambiental.
Proponho que a presidente Dilma faça um chamamento à classe política e à nação para que, nos próximos meses, discutamos uma política nacional para a gestão sustentável de nossas florestas e de nossos recursos naturais. Para tanto, poderíamos adiar o prazo de averbação da reserva legal, previsto para 11 de junho, de forma que tenhamos um ambiente menos tensionado para o diálogo.
Cabe ao governo a responsabilidade de colocar o país no caminho da sustentabilidade e impedir o desmonte da legislação ambiental. Nos últimos 16 anos, atravessamos dois governos com muitas tentativas de mudanças na legislação. Nesse período, a sociedade impediu que houvesse um retrocesso. Agora, cabe a uma mulher a tarefa de promover o encontro e a mediação para a superação do impasse, para a construção de um caminho que integre e projete um futuro melhor para todos.
* Artigo publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 1º de maio de 2011.
Marina Silva, professora de história, foi candidata à Presidência da República pelo PV em 2010, ministra do Meio Ambiente (2003-2008) e senadora pelo Acre (1995-2011).
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Escola em Mãe Luiza recebe o programa Semurb nas Comunidades
"A palestra que estamos realizando hoje é uma das várias atividades que a Semurb vem desenvolvendo na comunidade de Mãe Luiza, em várias escolas do bairro", ressaltou a técnica em controle ambiental da secretaria, Janaína Rocha.
Os alunos assistiram um vídeo de animação, que mostrava de maneira estimulante e atrativa os personagens envolvidos em problemas do despejo inadequado do lixo, o seu acúmulo como gerador de problemas ambientais e, por fim, as soluções encontradas por meio da reciclagem e do desenvolvimento sustentável. Em seguida, as crianças fizeram desenhos sobre o que foi ensinado.
O aluno Mateus Oliveira, de 9 anos, considera "muito importante a gente aprender a reciclar o lixo, a não jogar o lixo na rua, assim nós evitamos o surgimento de doenças e preservamos o meio ambiente", diz. Segundo a professora de uma das turmas, Ana Lidia, "a palestra reforça a nossa proposta sobre educação ambiental, que estamos desenvolvendo em nossa escola. Com isso, as crianças podem contar a seus pais o que aprenderam aqui", afirma.
A diretora da escola, Verônica Bezerra, informa que este tema vem sendo trabalhado constantemente na escola. "A comunidade de Mãe Luiza precisa se conscientizar de que o bairro está inserido em uma área de grande valor ambiental. A ação de promover a educação ambiental desenvolvida pela Semurb e Prefeitura é muito importante" revela.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
PORQUE "EDUCAÇÃO AMBIENTAL"...
A educação tem como missão formar pessoas criticamente corretas.
Cleyton Araújo
Estamos vivendo tempos de crise Ambiental, utilização acelerada dos recursos naturais, o não ressarcimento dos mesmos, mudanças climáticas, aquecimento global, extinção de diversas faunas e desastres ecológicos impactantes. Nas últimas décadas o crescimento desordenado das cidades a aceleração da economia em diversos setores e a não educação da população e o não respeito ao Meio Ambiente fizeram com que o planeta viesse a cair nesta crise Ambiental.
Sabe-se que a humanidade consome cerca de 25% de recursos naturais a mais da renovação da Terra, não tendo um equilíbrio de consumo, a população planetária cresce, em que a cada segundo nasce três habitantes no planeta. A população terráquea está crescendo em cem milhões de pessoas por ano, chegando hoje a ter cerca de seis bilhões de habitantes. Nas próximas décadas teremos mais de um bilhão de novos habitantes. O efeito estufa ou aquecimento global é um tópico marcante para as mudanças climáticas devastastes o derretimento das geleiras nos hemisférios Norte e Sul, aumento do nível de oceanos e mares, chuva ácida em alguns continentes e o desaparecimento de reservas de água doce. Tudo isto provocado pela liberação desordenada de dióxido de carbono (CO²) pelas indústrias capitalistas que visam o lucro o desenvolvimento e a Mundialização. Indústrias que não respeitam o Meio Ambiente.
O Protocolo de Kyoto estabeleceu que os países deveriam diminuir até 2012 a emissão de CO² na atmosfera. O mesmo não vem sendo respeitado principalmente pelas nações desenvolvidas ditas de primeiro mundo. Segundo o Guia Cidadão Sustentável (2008), toda a água doce que temos no planeta apenas 68,9% encontra-se nas geleiras, regiões montanhosas e calotas polares; 30% em aquíferos subterrâneos; 9% formando a umidade do solo e pântanos e apenas 0,3% em rios e lagos. A água sendo um elemento natural não renovável sofre desperdício e desequilíbrios elevados, como falta de saneamento básico, rede coletora de esgotos, deficiência no abastecimento da água nas grandes cidades. Apenas 50% dos municípios brasileiros têm o abastecimento e a coleta de rede de esgotos regulados.
Com a construção civil em ritmo acelerado elevando a urbanização, aumentando o número de habitantes das grandes cidades provocando metropolizações em diversas regiões do planeta, os impactos ao solo, a utilização da água e a poluição da atmosfera passam a ser mais elevado. O planejamento urbanístico de uma cidade brasileira não é feito de acordo com seus recursos naturais disponíveis ou a renovação dos mesmos. Na década de 50 no Brasil viviam apenas 36,1% de brasileiros nas cidades, em 2002 o número aumentou para 82% (Guia Cidadão Sustentável, 2008). Se um prédio e erguido em uma determinada localidade antes tem que ser feito um levantamento dos impactos ambientais causados, tais como o índice de dejetos jogados no solo, utilização de água potável, despejo de água servida no ambiente, agressões a atmosfera provocada por chaminés e uso de automóveis em grande massa.
Tem-se uma média diária que 2 milhões de toneladas de lixo, distribuídos em resíduos domiciliares, comerciais e industriais são gerados pela população do mundo. Cada brasileiro produz um 1 kg de lixo por dia, provocando uma produção brasileira de 170 mil toneladas de lixo e vulneravelmente 76% é despejado em lixões a céu aberto nas grandes cidades. Os municípios Brasileiros somam um total de 5.564 cidades e apenas 39% destes tem aterros sanitários para o deposito de todo o lixo que não pode ser reciclado.
Na Região Nordeste do Brasil de todos os resíduos produzido 75% e depositado inadequadamente. No estado do Rio Grande do Norte, Nordeste Brasileiro, de todos os municípios e regiões há apenas dois aterros sanitários para o depósito adequado do lixo produzido pelos Potiguares, um na Região Metropolitana e outro na Região do Auto Oeste na cidade de Mossoró.
Para trabalhar a reciclagem, governos, empresas e sociedade civil organizada têm que traçar cenários envolvendo e fomentando a sociedade para padrões de consumo, reutilizar materiais e trabalhar medidas de reciclagem. Implantar a coleta seletiva de lixo nas cidades gerar um salto de qualidade de alta grandeza, alem de ajudar o Meio Ambiente, produz emprego e renda para a população envolvente.
O Brasil recicla apenas 2% de todo o seu lixo criado, esse numero era para estar na casa dos 30%. Resíduos como o vidro que tem o tempo indeterminado para se decompor na natureza não vem sendo trabalhado de tal forma sustentável, a procura pelos recicladores é mais por papel e plástico por darem menos trabalho no processo de reciclagem, já o metal (alumínio no caso) é o mais comercializado pela indústria de reciclagem por gerar mais lucro. Ou seja, ate em atitudes de Sustentabilidade o lucro estar por envolvente, desta forma não podemos salvar o planeta de desastres e desequilíbrio ambientais.
As florestas desde o surgimento das cidades vêm sendo destruídas e desaparecendo do planeta, sabe-se que toda a flora contribui para a redução dos poluentes da atmosfera. A conurbação (processo de crescimento das cidades) é um grande fator de destruição das matas do planeta Terra, além da devastação por matérias primas e produção de carvão para a indústria e usinas de produção. Outro agressor é o acelerado crescimento da agricultura e da pecuária ilegal nas florestas mundiais.
Desde 2000, seis milhões de hectares de floresta primitiva são perdidos a cada ano. No atlântico Norte, nos últimos 50 anos, as espécies de peixe declinaram em cerca de 66%. No caribe, os recifes de corais diminuíram em 40%, nas três décadas passadas. Na Europa, mais da metade das espécies de plantas estão ameaçadas. (SENAC E EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ano 2009,p 24).
Do inicio do descobrimento do Brasil ou “invasão territorial” por parte das metrópoles Européias que as floretas Américo Latinas vêm sendo destruídas, e todo este processo deu-se início pela produção e conservação do capital de lucro.
Segundo matéria divulgada no Jornal Tribuna do Norte do estado do Rio Grande do Norte em reportagem divulgada em maio de 2010, mais de 20,8 mil hectares de Mata Atlântica – o equivalente a 130 Parques do Ibirapuera – foram desmatados entre 2008 e 2010 no Brasil. Toda esta devastação é provocada principalmente por empresas que julgar-se ter responsabilidade social para com as causas sociais e Ambientais.
No século XVI a destruição das florestas Brasileiras na época da Colônia era principalmente para fins de venda no comercio exterior, passando a diante a destruição ganha forma na criação de área agrícola e criações de gado.
O surgimento das cidades também vieram a acarretar a destruição de biomas e hoje o grande agressor dos biomas florestais Brasileiros é a indústria que cresce desordenadamente e a mesma não tem uma visualização do estado e nem uma vistoria firme das leis de proteção ambiental. Um país que tem a maior floresta e o maior rio do mundo, “Amazônia”, considerada pulmão no planeta não tem leis rígidas de Sustentabilidade e proteção Ambiental.
Deste modo Instituições Sociais, Governos e a Sociedade Civil Organizada vêm mobilizando-se em prol da temática Sustentabilidade. A Escola como Instituição Social que é, tem toda a missão de abordar essas temáticas, tendo a educação como uma base sócio/intelectual e se plantemos as medidas de preservação e conservação em alunos e alunas do ensino Fundamental das Escolas Brasileira teremos um futuro mais humano e sustentável. Com Projetos Políticos Pedagógicos (PPP’s) voltados para esta temática, profissionais envolvidos, pesquisas sendo postas em praticas e toda a Instituição mobilizando a sociedade, podemos construir uma Neoglobalização com base na Sustentabilidade.
Segundo Maria Flick (2010) a Educação Ambiental é vista de forma vulnerável pela Instituição Escolar.
A forma holística pela qual deveria ser tratada a Educação Ambiental fica relegada ou, ainda não foi adotada, pela escola e pelos educadores ambientais. O publico é notório que a Educação Ambiental é – timidamente, desenvolvida nas escolas, estando na maioria das vezes ausente das práticas adotadas pelos educadores, não obstante algumas atividades é um tema não-defenido e desordenado dentro dos conteúdos programáticos escolares, com ações isoladas. Verifica-se um projeto tênuo aqui ali, envolvendo os alunos – muitas vezes, apenas para complementação de carga horária. Atividades esporádicas: realização de reciclagem de lixo, abordando a economia da água, da energia, enfim, ações fragmentadas e diluídas dentro dos currículos escolares, em detrimento de programas amplos e integrados às diversas disciplinas dos currículos curriculares e seus conteúdos programáticos.
A Escola não é envolvida plenamente na temática Meio Ambiente e Sustentabilidade, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) dizem que à escola tende-se a trabalhar o tema Meio Ambiente, mas isto não vem ocorrendo em Instituições Escolares. A Educação Social que o individuo recebe é ser “treinado” para serem consumidores úteis, egocêntricos e ignorar as consequências ecológicas dos seus atos. (DIAS, 1991).
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Ouvidoria participa de final de jogos.
Na manhã do ultimo domingo (20) a equipe da Ouvidoria Geral do Município, Juntamente com a equipe da Secretaria do Gabinete da Prefeita - SEGAP participaram da final dos jogos de futebol de areia promovido pela Secretaria Municipal da Juventude Esporte e Lazer – SEJEL.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Na manhã desta terça-feira (22) os alunos e alunas do curso de telemarketing do Centro Publico de Trabalho Emprego e Renda da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) visitarem as instalações da Ouvidoria Geral do Município (OGM).
As aulas do curso tiveram inicio dia 17 de janeiro e finalizam no dia 22 de fevereiro e para incluir pedagogicamente a prática foi solicitada a OGM uma visita por meio da equipe administrativa. A sugestão da aula pratica na Ouvidoria foi da Prefeita Micarla de Sousa, por ocasião da visita ao curso de telemarketing.
“O objetivo da aula de hoje é mostrar a realidade e prática das funções de telemarketing, estamos tendo uma oportunidade riquíssima pedagogicamente falando. O serviço de Call Center é uns dos mais procurados do mercado”, afirma a professora fonoaudióloga Erika Carvalho que mediou a visita ao Call Center e ao Administrativo da Ouvidoria.
Para o Ouvidor Geral do Município Mardes Pereira a visita vem a somar com a OGM, pois como os alunos e alunas são munícipes de Natal, eles mesmos passam a divulgar e utilizar os serviços do Programa Natal Fácil.
Os cursando aproveitaram a oportunidade para registrar suas ocorrências a respeito dos serviços prestados pela Prefeitura do Natal.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Cleyton Araújo Das Artes wants to be friends on Facebook
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Aula de Campo
Na manhã desta terça feira (31) de agosto os estudantes do 5º ano da Escola Estadual Profº Severino Bezerra de Melo visitaram o Barco Escola Chama- maré. A aula passeio tinha como objetivo trabalhar a temática “Meio Ambiente ou Educação Ambiental” já que o Barco Escola mostra aspectos problemáticos da vida do estuário do Rio Potengi e do bioma de manguezais que encontra-se nas margens da zona norte da cidade. A aula passeio também trabalha questões da História e Geografia da cidade do Natal, seu crescimento urbanístico as margens do potengi que em Tupi Guarani significa rio de camarão. A História da cidade é trabalhada de forma lúdica e expositiva para os visitante/viajantes do Barco Escola, contos de Historiador Luiz da Câmara Cascudo são recitados durante toda a aula e até uma poesia do mestre Dorian Gray Caldas e recitado em bom tom pelos instrutores e professores da Escola flutuante.
O Barco-escola Chama-maré é uma das ações desenvolvidas pelo Programa Potengi Vivo, do Instituto de Defesa do Meio Ambiente do Rio Grande do Norte - IDEMA, em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento Sustentável da Terra Potiguar – FUNDEP, da Universidade Potiguar – UnP, visando à recuperação do estuário Potengi.
Tem como objetivo principal proporcionar aos estudantes e professores da rede pública e privada de ensino do Rio Grande do Norte e da sociedade civil, uma estrutura flutuante que funcione como espaço pedagógico de educação ambiental, voltado para uma visão crítica e reflexiva sobre questões ambientais do rio Potengi, privilegiando a região do seu estuário, dentro de uma perspectiva multidisciplinar, abordando aspectos ambientais, bio-ecológicos, históricos, culturais, geográficos, econômicos e sociais.
As aulas acontecem seguindo um roteiro construído pela equipe pedagógica do Barco-escola. Com a orientação dos professores e monitores, os visitantes fazem a leitura da paisagem que se apresenta no percurso. Entre os vários elementos vivenciados na paisagem, destacam-se a presença do pescador fazendo a pesca de subsistência, com a captura de peixes como a jinga, sardinha, tainha, ariocó, peixe espada, raias, cação, carapeba, entre outros, como também a presença dos catadores de caranguejos e das marisqueiras.
Para o professor Cleyton Araújo da Escola Severino Bezerra de Mãe Luiza aquém levou seus alunos à idéia do barco é bastante importante para trabalha-se a “Educação Ambiental” já que na viagem os visitantes podem ver o que acontece quando uma cidade cresce sem preocupa-se com os aspectos naturais e geográficos do seu entorno. “A cidade só cresce e não é trabalhado o saneamento, coleta correta do lixo e principalmente um maior respeito ao rio que tanto foi e é importante para a nossa capital, os bairros da cidade jogam esgoto sem tratamento algum nas águas do (Potengi amado) o que mais me incomoda é a falta de respeito dos governantes da cidade e do estado. Não é trabalhado uma questão que revitalize a vida no rio, tenho medo que nosso potengi vire um velho Tietê lá da grande São Paulo. Mas o rio tem grandes esperança de vida, ao visitá-lo vejo que a vida marinha sobrevive e ainda tem grande força e beleza.” fala Professor Cleyton Araújo que já é a segunda vez que vem ao barco e voltará na próxima semana com os colegas do curso de pedagogia.










